Estava uma noite bem amena,
comparativamente aos dias de frio que antecederam a semana.
Diana, sentada à beira do rio Douro,
maravilhava-se com as luzes de Vila Nova de Gaia. Sentia-se em paz, sentia-se
livre, alegre, descontraída. Passada uma semana de intenso trabalho, nada
melhor que libertar a mente e deixar apenas os olhos vaguear sem se fixarem em absolutamente
nada em concreto.
O céu reluzia com tantas estrelinhas
brilhantes e uma Lua pendurada bem alto e bem redonda e cheia. O ruído à volta de
Diana pouco era sentido de tão abstraída que estava.
Uns braços rodearam os ombros dela, assustando-a
e fazendo com que desse um salto. Estava tão compenetrada no vazio que nem se
apercebera que Filipe a tinha chamado várias vezes.
- Olá, Filipe, desculpa, estava presa
dentro das imagens lindas deste rio tão mágico, nem senti que estavas a chegar.
Ele riu-se e dá-lhe um beijo em cada
face.
Bebem um vinho à beira rio e resolvem
caminhar um pouco.
- Queres vir até lá a casa? Há uns
filmes engraçados que passam hoje na televisão e a malta saiu. Estaremos à
vontade para conversar e ver televisão.
Diana pisca os olhos ofuscada por um
carro que descia a rua com os máximos ligados. Desequilibra-se e é agarrada por
uns braços fortes mas gentis. Olhando para o rosto de Filipe, Diana fixa o seu
olhar dentro daqueles olhos que transbordam emoções, estados de espírito e
desejo. Estaria a ver bem? Estaria a receber a mensagem certa?
- Quero, vamos! Está a apetecer-me
sentar num local sem ruído.
Subindo devagar, entre brincadeiras e
muitas gargalhadas, chegam a casa.
Os degraus eram inúmeros e nunca mais
chegavam ao topo da escada. Diana ia à frente e sentia que Filipe observava o
ondular do seu vestido negro e comprido, as suas nádegas que se abanavam em
cada levantar dos pés. E isso estava a deixar Diana extremamente excitada, o
que seria de loucos, uma vez que eram amigos e não queria perder essa amizade.
Devia ser imaginação sua! Na volta nem estava a ser observada.
Ao entrar em casa, Diana volta-se
para pedir um copo de água, quando Filipe a agarra, empurra contra a parede e a
beija, levantando o vestido e passando as mãos nas pernas. Que tesão lhe
provocou esta situação! Diana sentia-se inundar entre as pernas, queria sentir
mais e mais aqueles beijos, aquele corpo, aquelas mãos.
Agarra-se e aprofunda o beijo, mas Filipe
tinha outros planos. Vira-a contra a parede, sobe o vestido e puxa-lhe as pequenas
boxeres para baixo. Beija-lhe as nádegas e enfia dois dos seus dedos pela
vagina, provocando um gemido bem alto, uma vontade de ser penetrada, explorada,
fodida por aquele homem!
Diana mexe-se, querendo virar-se,
querendo agarrá-lo, mas ele intensifica a força contra a parede e apenas diz:
- Não te mexas, não fales, não faças
absolutamente nada.
Baixa as calças, retira o pénis e
enfia-o no ânus dela. Diana contorce-se com dor, mas Filipe não pára e
aprofunda-se dentro dela. Empurra-a ligeiramente para a frente, colocando as
mãos contra a parede. Diana agarra-se às mãos dele e deixa de sentir dor,
apenas desejo, apenas vontade de gritar. Geme alto e ele dá-lhe uma palmada no
rabo.
- Shiu! Eu disse que não falas e não
fazes nada. Não te quero ouvir!
Entrando e saindo com o seu poderoso
pénis, Filipe sente o orgasmo a chegar e pára. Sai de dentro dela e agarra-lhe
nas mãos. Conduz Diana até à casa de banho e abre a torneira. Despe-a com
carinho, despe-se e entrando na banheira puxa-a lá para dentro.
- Vou dar-te um bom banho e depois
vou foder-te na cama! Quero-te sentir agora de outra forma. Estava cheio de
fome de ti, não aguentava mais na rua sem te possuir.
Filipe pega numa esponja e em gel de
banho e ensaboa-a dos pés à cabeça. Diana pega depois na esponja e faz-lhe o
mesmo, largando tudo quando chega ao seu pénis, acariciando-o com as mãos, sentindo-o
quente, grande, duro.
Passam os corpos por água e
embrulham-se na toalha.
Ao chegar ao pé da cama, Filipe
retira ambas as toalhas e atira-as para longe. Abraça-a e beija-lhe o pescoço,
os lóbulos das orelhas, mordicando lentamente, suavemente. Descendo, passa a
lamber os mamilos rijos e Diana empurra-o para o colchão fofo e macio. Também
queria beijá-lo, passar as mãos, sentir aquele corpo a vibrar.
À medida que ia explorando, colocou
uma das mãos de Filipe na sua vagina.
- Sente, sente como me molhas, como
me fazes ficar cheia de tesão. Masturba-me, gosto tanto!
Filipe masturba-a e vira-se em cima
dela, passado uns instantes. Diana coloca o seu pénis na boca e sente a boca
dele na sua vagina. Enquanto se beijavam nos sexos, gemiam, sentindo cada vez
mais tesão, mais vontade de mais e mais preliminares.
- Filipe, ou paramos ou venho-me na
tua boca! Não estou a aguentar mais.
Ao tentar sair, Filipe agarra-lhe as
nádegas e continua com a sua língua a trabalhar os grandes lábios, o clitóris
inchado. Diana sente umas contrações, crava as unhas nas costas dele e deixa
que o orgasmo venha e escorra pela boca dele.
Filipe sorri e vira-se.
- Agora é a minha vez. E quero que te
venhas mais vezes. Quero foder-te e ser fodido, quero dar-te prazer e ter
prazer.
Colocando-se em cima de Diana,
passando a língua pelos lábios, beija-a com sofreguidão, entrando rapidamente
naquela coninha tão molhada e tão quente. Acelera os movimentos e sussurra-lhe
ao ouvido:
- Quero que essa cona me aperte bem o
caralho, que me inunde tanto quanto te vou inundar de esporra quente!
Diana geme, perdendo-se entre estas palavras
e o sentir daquele corpo tão gostoso e quente.
Abraça com as penas as costas de
Filipe, deixando que ele acelere os movimentos, sentindo-se perder
completamente numa volúpia maravilhosa.
Beija-lhe o pescoço, crava as unhas
pelas costas abaixo e puxa-o para si.
- Diana vem-te comigo! Quando quiseres,
estou a perder o controlo!
- AGORA! – grita ela entre ondas de outro orgasmo que a percorre dos pés à cabeça.
- AGORA! – grita ela entre ondas de outro orgasmo que a percorre dos pés à cabeça.
Num orgasmo conjunto, ambos respiram
apressada e ofegantemente.
Filipe sai de cima dela, tapa-os e
abraça-se num gesto de ternura.
Acabam por adormecer agarrados e em
paz, sentindo o pulsar da vida em cada célula, o renascer do prazer dentro dos
sonhos.

Realmente fiquei excitado só em lê e é assim que sinto quando estou num momento tão especial e de prazer com alguém que aja uma química desse gênero.
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