sábado, 28 de fevereiro de 2015

Noite quente e inesperada na Invicta


Estava uma noite bem amena, comparativamente aos dias de frio que antecederam a semana.
Diana, sentada à beira do rio Douro, maravilhava-se com as luzes de Vila Nova de Gaia. Sentia-se em paz, sentia-se livre, alegre, descontraída. Passada uma semana de intenso trabalho, nada melhor que libertar a mente e deixar apenas os olhos vaguear sem se fixarem em absolutamente nada em concreto.
O céu reluzia com tantas estrelinhas brilhantes e uma Lua pendurada bem alto e bem redonda e cheia. O ruído à volta de Diana pouco era sentido de tão abstraída que estava.
Uns braços rodearam os ombros dela, assustando-a e fazendo com que desse um salto. Estava tão compenetrada no vazio que nem se apercebera que Filipe a tinha chamado várias vezes.
- Olá, Filipe, desculpa, estava presa dentro das imagens lindas deste rio tão mágico, nem senti que estavas a chegar.
Ele riu-se e dá-lhe um beijo em cada face.
Bebem um vinho à beira rio e resolvem caminhar um pouco.
- Queres vir até lá a casa? Há uns filmes engraçados que passam hoje na televisão e a malta saiu. Estaremos à vontade para conversar e ver televisão.
Diana pisca os olhos ofuscada por um carro que descia a rua com os máximos ligados. Desequilibra-se e é agarrada por uns braços fortes mas gentis. Olhando para o rosto de Filipe, Diana fixa o seu olhar dentro daqueles olhos que transbordam emoções, estados de espírito e desejo. Estaria a ver bem? Estaria a receber a mensagem certa?
- Quero, vamos! Está a apetecer-me sentar num local sem ruído.
Subindo devagar, entre brincadeiras e muitas gargalhadas, chegam a casa.
Os degraus eram inúmeros e nunca mais chegavam ao topo da escada. Diana ia à frente e sentia que Filipe observava o ondular do seu vestido negro e comprido, as suas nádegas que se abanavam em cada levantar dos pés. E isso estava a deixar Diana extremamente excitada, o que seria de loucos, uma vez que eram amigos e não queria perder essa amizade. Devia ser imaginação sua! Na volta nem estava a ser observada.
Ao entrar em casa, Diana volta-se para pedir um copo de água, quando Filipe a agarra, empurra contra a parede e a beija, levantando o vestido e passando as mãos nas pernas. Que tesão lhe provocou esta situação! Diana sentia-se inundar entre as pernas, queria sentir mais e mais aqueles beijos, aquele corpo, aquelas mãos.
Agarra-se e aprofunda o beijo, mas Filipe tinha outros planos. Vira-a contra a parede, sobe o vestido e puxa-lhe as pequenas boxeres para baixo. Beija-lhe as nádegas e enfia dois dos seus dedos pela vagina, provocando um gemido bem alto, uma vontade de ser penetrada, explorada, fodida por aquele homem!
Diana mexe-se, querendo virar-se, querendo agarrá-lo, mas ele intensifica a força contra a parede e apenas diz:
- Não te mexas, não fales, não faças absolutamente nada.
Baixa as calças, retira o pénis e enfia-o no ânus dela. Diana contorce-se com dor, mas Filipe não pára e aprofunda-se dentro dela. Empurra-a ligeiramente para a frente, colocando as mãos contra a parede. Diana agarra-se às mãos dele e deixa de sentir dor, apenas desejo, apenas vontade de gritar. Geme alto e ele dá-lhe uma palmada no rabo.
- Shiu! Eu disse que não falas e não fazes nada. Não te quero ouvir!
Entrando e saindo com o seu poderoso pénis, Filipe sente o orgasmo a chegar e pára. Sai de dentro dela e agarra-lhe nas mãos. Conduz Diana até à casa de banho e abre a torneira. Despe-a com carinho, despe-se e entrando na banheira puxa-a lá para dentro.
- Vou dar-te um bom banho e depois vou foder-te na cama! Quero-te sentir agora de outra forma. Estava cheio de fome de ti, não aguentava mais na rua sem te possuir.
Filipe pega numa esponja e em gel de banho e ensaboa-a dos pés à cabeça. Diana pega depois na esponja e faz-lhe o mesmo, largando tudo quando chega ao seu pénis, acariciando-o com as mãos, sentindo-o quente, grande, duro.
Passam os corpos por água e embrulham-se na toalha.
Ao chegar ao pé da cama, Filipe retira ambas as toalhas e atira-as para longe. Abraça-a e beija-lhe o pescoço, os lóbulos das orelhas, mordicando lentamente, suavemente. Descendo, passa a lamber os mamilos rijos e Diana empurra-o para o colchão fofo e macio. Também queria beijá-lo, passar as mãos, sentir aquele corpo a vibrar.
À medida que ia explorando, colocou uma das mãos de Filipe na sua vagina.
- Sente, sente como me molhas, como me fazes ficar cheia de tesão. Masturba-me, gosto tanto!
Filipe masturba-a e vira-se em cima dela, passado uns instantes. Diana coloca o seu pénis na boca e sente a boca dele na sua vagina. Enquanto se beijavam nos sexos, gemiam, sentindo cada vez mais tesão, mais vontade de mais e mais preliminares.
- Filipe, ou paramos ou venho-me na tua boca! Não estou a aguentar mais.
Ao tentar sair, Filipe agarra-lhe as nádegas e continua com a sua língua a trabalhar os grandes lábios, o clitóris inchado. Diana sente umas contrações, crava as unhas nas costas dele e deixa que o orgasmo venha e escorra pela boca dele.
Filipe sorri e vira-se.
- Agora é a minha vez. E quero que te venhas mais vezes. Quero foder-te e ser fodido, quero dar-te prazer e ter prazer.
Colocando-se em cima de Diana, passando a língua pelos lábios, beija-a com sofreguidão, entrando rapidamente naquela coninha tão molhada e tão quente. Acelera os movimentos e sussurra-lhe ao ouvido:
- Quero que essa cona me aperte bem o caralho, que me inunde tanto quanto te vou inundar de esporra quente!
Diana geme, perdendo-se entre estas palavras e o sentir daquele corpo tão gostoso e quente.
Abraça com as penas as costas de Filipe, deixando que ele acelere os movimentos, sentindo-se perder completamente numa volúpia maravilhosa.
Beija-lhe o pescoço, crava as unhas pelas costas abaixo e puxa-o para si.
- Diana vem-te comigo! Quando quiseres, estou a perder o controlo!
- AGORA! – grita ela entre ondas de outro orgasmo que a percorre dos pés à cabeça.
Num orgasmo conjunto, ambos respiram apressada e ofegantemente.
Filipe sai de cima dela, tapa-os e abraça-se num gesto de ternura.
Acabam por adormecer agarrados e em paz, sentindo o pulsar da vida em cada célula, o renascer do prazer dentro dos sonhos.