Tranquilamente encostada à janela
aberta, completamente nua, banhava-se pela Lua do céu, sentindo a brisa da
noite a tocar-lhe o corpo.
A rua estava vazia e Ângela observava
as estrelas do céu, completamente imersa em pensamentos distantes.
Atrás de si, Eugénio tinha entrado em
casa sem que Ângela desse conta. Sentou-se numa cadeira, sem ruído, olhando as
sombras do corpo, sentindo-se um autêntico voyeur.
Ângela dobra-se para espreitar a rua, espetando o rabo e abanando-se como se
estivesse a dançar calmamente.
Eugénio sentia-se crescer entre as
pernas. Ângela vira-se de perfil na janela, mostrando os contornos dos seios… e
os seus bicos espetados, tão espetados que Eugénio sente uma vontade
irreprimível de os ir beijar.
Levanta-se silenciosamente e
coloca-se atrás dela, abraçando-a, provocando-lhe um ligeiro tremor de susto.
- Shiuuuuuuuuu – diz Eugénio
Ângela relaxa e deixa-se levar pelo
toque quente daquelas mãos que sabiam tocar nos pontos que mais a excitavam. Ele
aperta os bicos devagar com os dedos e ajuda-a a rodar. Senta-a na cadeira ao
lado da janela e coloca-se de joelhos, chupando aquelas mamas redondas e
grandes. Ângela coloca as pernas bem abertas em cima dos braços da cadeira e
empurra o rosto de Eugénio para a sua vagina.
- Penetra-me com a tua língua, sente
os meus lábios com os teus… bebe do meu néctar que escorre quando me excitas.
Ele desce a boca, beijando-lhe o
estômago e começa a lamber o seu clitóris. Ângela contorce-se. Queria sentir a sua
língua no fundo da sua vagina e como Eugénio se demorava Ângela empurrou a sua
cabeça com força.
- Calma, já vou onde queres. – diz
Eugénio a sorrir. Sabia que a estava a fazer sofrer.
Deu-lhe uma palmada na perna e voltou
a subir, beijando os bicos bem tesos e dando-lhe um longo beijo de língua na
boca, calando os seus gemidos.
- Hummmmmmmmmmmmmmmmmmm
hummmmmmmmmmmmmmmmm – gemia Ângela.
Eugénio penetrou-a com os dedos,
sentindo-a escorrer. Ângela volta a empurrar a cabeça dizendo:
- Fode-me com a tua boca, já!
Eugénio desce com um sorriso maroto,
coloca a sua língua dentro da vagina, absorvendo com a boca o líquido que
escorria sem parar. Era um sabor agri-doce, selvagem, tarado, prazeroso.
Sente que Ângela está prestes a
vir-se e levanta-se, puxando as pernas para a sua cintura e penetra-a com
violência.
- Queres sentir-me? Queres sentir
este canhão dentro de ti, é cabrita?
Ângela puxa-o pelas nádegas, cravando
as unhas, sentindo-o bem no fundo de si, querendo deixar soltar o grito mudo de
um orgasmo.
Eugénio apressa o ritmo e ambos gemem
e gritam alto, tão alto que os vizinhos acordam e se ouve:
- Calados, que barulho horrível. Ou
param ou chamamos a polícia.
Ainda os excita mais o aviso e
Eugénio derrama o seu esperma dentro de Ângela, que se contorce de prazer e
ainda grita mais alto.
Ângela acorda repentinamente com o
despertador, sentindo-se molhada e muito excitada. Tinha sido apenas um sonho.
Espreguiça-se na cama e toca-se com as suas mãos ávidas. Agarra no vibrador,
fechando os olhos, toca no clitóris e penetra-se até se vir num orgasmo entre
beijos de pura imaginação com o Eugénio dos sonhos dessa noite quente, erótica
e cheia de sensualidade.
