À mesa da
reunião com o outro Director da empresa, Diana começava a sentir-se cansada. A
comunicação não fluía, ambos queriam impor as suas ideias sem ceder em qualquer
dos pontos.
- Vasco,
você é teimoso, não percebe que precisamos de recrutar mais pessoas para que
esta empresa tenha mais desempenho nos objectivos a que nos propusemos?
- Diana,
deixe de ser casmurra! – afirma cerrando os punhos em cima da mesa – você não
me está a ouvir.
Diana
levanta-se, dizendo:
- Casmurra?
Agora deu em fechar as mãos, quer bater-me?
Sai pela
porta, cabeça altiva e ombros direitos. Vasco olha para o seu rabo a abanar, a
saia curta e as pernas longas e suspira.
Diana
sente-se furiosa, mais a mais porque os profundos olhos castanhos do Vasco a
despem com o olhar e sente-se sempre excitada quando tem de estar sozinha com
ele em reunião.
Fecha a
porta do seu gabinete, bebe um copo de água bem gelada e sente a sua tanga bem
molhada. Os pensamentos divagam pela imagem do Director, pensando em como seria
senti-lo nu contra o seu corpo, sussurrando e arrancando gemidos de prazer.
Apaga a luz
e deixa-se envolver pelo crepúsculo da noite. Fecha os olhos, levanta a saia e
começa a tocar-se. Afinal, àquela hora já todos os funcionários tinham saído.
Aqueles olhos… aquela boca dele… como seriam as mãos se a tocassem.
Ouve bater
à porta e endireita-se na cadeira respondendo:
- Pode
entrar.
Vasco
entreabre a porta dizendo:
- Desculpe,
Diana, sou efectivamente teimoso e já podíamos ter isto resolvido. Vamos fazer
o seguinte, convido-a para um copo e falamos de tudo menos da empresa. Vamos
conhecer-nos – diz aproximando-se da mesa.
Repara que
a saia de Diana está levantada e os seus olhos brilham de uma forma bem
sedutora e sorri de forma malandra.
- Tem umas
pernas lindas!
Diana
ajeita a saia e sorri, levantando-se lentamente, caminhando bem devagar,
contornando a mesa e chegando bem perto de Vasco, falando baixo e em tom suave.
- Vamos
tomar um copo, sim. Acho que estamos a precisar. E você não é teimoso… somos
ambos – lança uma gargalhada – creio que estamos a medir forças.
Vasco
toca-lhe no braço e sente que a pele dela se arrepia. Olha para os lábios e
puxa-a para si, dando-lhe um beijo bem suave, esfregando as costas com as mão,
encostando-se a ela, para que sentisse o seu sexo bem duro e cheio de vontade
de a possuir ali mesmo.
Calmamente
Diana empurra-o e diz:
- Daqui a
uma hora no Bar Sonhos de Luar.
Sai pela
porta, sentindo o coração bater rapidamente a boca a queimar de desejo.
Conduz até
casa, toma um banho, perfuma-se e sorri perante a ideia que lhe surgiu pelo
caminho. Se Vasco queria medir forças, ela tinha um desafio a lançar-lhe. Coloca
rimel nos olhos e passa um batom bem vermelho pelos lábios. Coloca uma
gargantilha e uns brincos prateados e veste uma tanga vibradora preta e um
vestido preto comprido bem rodado. Calça umas sandálias de salto alto vermelhas
e sai de casa a sentir-se profundamente excitada.
A rua vazia
àquela hora permite que respire e se acalme enquanto anda.
O bar era
mesmo ao fundo da rua onde morava e lá estava o carro de Vasco à porta.
Encostado a fumar um cigarro, a olhar para ela enquanto caminhava, volta a
sentir-se a escorrer e a desejar sentir aquela boca e aquelas mãos. Mas não
podia. O que tinha em mente era um jogo de poder e sedução.
Vasco
pega-lhe na mão e deposita um beijo na palma. Ambos tremem.
Entram e
sentam-se mesmo no centro do bar. A música era agradável e suave e as conversas
à volta rapidamente deixaram de se fazer ouvir. Mantinham os olhos presos um no
outro.
- Boa
noite, o que desejam tomar? – questiona um dos empregados enquanto acende a
vela da mesa.
- Que me
dizes a tomarmos um copo de champagne para celebrar as tréguas? – pergunta Vasco
- Parece-me
muito bem – responde Diana, esticando os pés por baixo da mesa, tocando
ligeiramente nos pés dele.
O empregado
afasta-se e Diana dobra-se sobre a mesa, dizendo:
- Vasco, estamos
a medir forças e poder. Ambos somos Directores e temos de entrar em acordo.
- Pensei
que a ideia não era falarmos de trabalho.
Diana
agarra num objecto e coloca-o na mão dele.
- Vesti uma
tanga com um vibromassajador incorporado. Vai ser você a controlar a
intensidade e quando ele deve vibrar. Vamos ver durante quanto tempo dura até
me fazer ter um orgasmo.
Vasco
sorri, afinal Diana tinha mais trunfos que ele pensava. Apetecia-lhe sexo, mas
sabia que aquele não seria o dia. Se ela queria jogar, então que começassem os
jogos de sedução. Olha à volta e aperta ligeiramente o botão.
Ela sente a
vibração e aperta as pernas. Olha-o nos olhos e em voz baixa diz:
- Gosto disso,
começo a sentir-me molhada e o melhor, você não sente, apenas eu!
Vasco sorri
apenas e aumenta a intensidade. Diana salta suavemente na cadeira e o empregado
chega com as taças e uma garrafa de champagne.
Ambos
agradecem e Diana sente-se a escorrer. Os seus olhos demonstram bem como se
sente: excitada e rendida às vibrações.
- Gostava
de a poder tocar e sentir essa ratinha toda molhada. Sentir com a boca e beber
daí. Diana, apetece-me mesmo… fodê-la.
- Hoje não
me fode, hoje apenas me dá prazer à distância de um clique.
Sorrindo, Vasco
aumenta ainda mais a vibração. Diana recosta-se na cadeira, fecha os olhos, dá
um gole no copo e lambe os lábios sentindo-se num turbilhão de sentidos e
prazeres.
Vasco
observa cada movimento do seu corpo e fixa o seu olhar nos seios que sobem e
descem descontroladamente a cada inspiração e expiração. Aquela mulher sabia
impor poder. Nunca tinha estado numa situação assim e as calças ameaçavam
rebentar com a forma como tinha o seu sexo teso e cheio de vontade em explodir.
Bastaria uma carícia daquela mulher para que perdesse todo o controlo e
esporrar-se nas calças.
Diana
contorce-se na cadeira e geme baixo soltando os braços ao longo do corpo.
Sorri, olha para Vasco e levanta-se dizendo:
- Venha até
à porta da casa de banho.
As casas de
banho ficavam atrás de umas colunas e nada se via para lá.
Ela
levanta-se, rebolando os quadris e Vasco vai atrás, bebendo primeiro um enorme
gole de bebida.
Junto às
portas que dividiam a casa de banho, Diana agarra-lhe a mão e coloca-a debaixo
do vestido e sussurra ao ouvido:
- Toque-me,
sinta como me deixou.
Vasco sobe
as mãos pelas pernas, sem se importar que pudesse aparecer alguém e sente a cona
a escorrer. Não aguenta e agarra na mão da Diana e encosta-a ao seu duro pénis,
gemendo ao seu ouvido dizendo:
- Acabei de
me esporrar só por senti-la molhada e com a mão no meu canhão.
Diana sorri
e afasta-se lentamente.
- Amanhã é
dia de reunião. Às 9 horas conto consigo na sala de reuniões para decidirmos o
futuro desta empresa.
Vasco
observa-a a afastar-se sem dizer mais nada, pensando: “Ambos ganhámos, mas
ainda te vou foder, ainda vais sentir este caralho dentro da tua cona
saborosamente molhada, Diana”.
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