Diana passeava todos os dias desde
que fora viver para Gaia, junto ao rio Douro. Caminhava à noite, sentindo a
brisa fresca no rosto e seguia a estrada escura com a luz provinda da Lua e das
estrelas.
Naquela noite estava Lua cheia e
Diana parou numa curva da estrada junto ao rio. Olhando à volta, sentindo-se
perfeitamente segura, eleva os braços para cima e inspirou profundamente de
olhos colados naquela Lua que parecia uma grande bolacha de prata. Sentia-se
uma pequena feiticeira.
- Lua, desde que vim morar aqui ainda
não me trouxeste alguém que se aproxime para uma boa noite de sexo. Andas a
dormir? – Disse baixinho, rindo-se da sua própria loucura.
Abraçando-se, embalando-se e olhando
para o céu, sentindo o aroma da água e das flores campestres, Diana recordava
as suas aventuras amorosas. Sempre fora voraz e aquele mês de trabalho não lhe
tinha possibilitado ir “caçar”, como costumava dizer a brincar.
Ouviu passos e olhou para trás de si.
Passava um rapaz com cabelos enormes e bem escuros. Diana não tinha medo de
estar em locais descampados, mas os seus sentidos aguçaram-se.
- Boa noite – cumprimentou o
estranho. Está uma noite de sonho.
- Boa noite! – respondeu sorrindo.
Está maravilhosa e este Douro fascina-me.
- Costumas vir aqui muitas vezes?
Hum… Seria tempo de caçar? Tinha uns
olhos expressivos que se iluminavam enquanto sorria abertamente.
- Sim, desde que me mudei há um mês e
que descobri este recanto tranquilo, venho respirar os silêncios da noite.
Gosto do escuro, gosto dos cheiros, gosto dos sentidos que se despertam.
- E que sentidos despertam em ti?
- Isso agora – sorriu de forma bem
malandra.
Pensando que estava a vestir umas
calças desportivas e ténis, sentiu-se incompleta para seduzir.
- Sou a Diana
- Muito prazer, Diana, sou o Nuno.
- Está na altura de regressar a casa.
Gostei muito de te conhecer.
Diana começa a andar e expectante
olha para trás, mas Nuno manteve os olhos nela, sem avançar.
“Devia ter trazido saltos altos” –
pensou sorrindo interiormente.
Diana tomou um banho bem quente de emersão
na banheira assim que chegou a casa e aquele estranho não lhe saia da cabeça.
Deitou-se cansada, agarrou no
vibrador e começou a masturbar-se com a imagem dos olhos brilhantes. Quando
inseriu o objecto na vagina começou a tremer e veio-se gemendo e pensando no
Nuno. De manhã acordou como se não tivesse dormido, cansada, vazia e cheia de
tesão.
“Preciso de sexo e com urgência,
estou a dar em maluca” – pensou
Passou o dia entre reuniões de
trabalho na agência de modelos e esqueceu o que se passara na véspera.
Estava tão cansada que considerou não
dar a caminhada do costume, mas algo a puxava para a rua e lá vestiu uma roupa desportiva
e começou o seu passeio.
Devagar, foi andando e respirando, rodando
os braços e o pescoço, soltando as tensões do dia.
Chegou à beira rio e sentou-se a
contemplar a Lua. Estava apaixonada por aquele lugar com vista para o Porto e
para a ponte D. Luís.
Estava tão absorta nos seus
pensamentos que não ouviu passos atrás de si.
- Boa noite, Diana, que bom
reencontrar-te – disse Nuno sentando-se ao seu lado.
- Olá, Nuno, nem te ouvi, estava
imersa na paisagem, como se eu fosse parte dela, da cidade, do rio, das luzes,
da ponte. Como se eu fosse apenas vento que passa e sente.
- Hum, tens uma forma de falar
poética – sorriu Nuno.
- Somos todos poetas, loucos, pessoas
que divagam.
Voltou a olhar para o rio e Nuno
fixou os olhos na boca dela. Apetecia beijá-la e não sabia qual seria a reacção.
O vento começou a soprar com alguma
força e Diana cruzou os braços dizendo:
- Hoje está fresco e não trouxe
casaco.
Nuno aproximou o corpo dela e abraçou-a
para ver como reagia.
Diana sorriu e encostou a cabeça no
seu ombro forte. Ficaram imóveis a olhar para o vazio cheio de luz e quando ela
levantou a cabeça, Nuno agarrou-a no rosto, com muita ternura e depositou um
pequeno ósculo nos lábios.
Diana passou a língua e agarrou-se às
suas costas, puxando-o para si, intensificando o beijo e brincando com a sua
língua.
Nuno empurra-a para o chão, apertando
os seios de Diana que começa a gemer. Levanta-lhe a camisola e beija os mamilos
enrijecidos.
- Hum… que bom, gosto disso – disse Diana
agarrando na cabeça dele.
Enfia a mão dentro das calças dele e
sentiu como estava excitado e molhado.
- Queres foder-me? – questiona Diana.
Nuno não responde, os seus olhos
brilhavam e baixou as calças dela. Desce com a boca, passando a língua pela sua
barriga, afasta-lhe as cuequinhas e começa a chupá-la deixando-a cada vez mais
maluca e molhada.
- Que bom – dizia. Não páres, quero
vir-me na tua boca.
Nuno continuou, enfiando a língua na
vagina, chupando, mordiscando os grandes lábios e Diana pede que se vire, agarrando
depois no seu pénis e começando a masturbá-lo.
- Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Nuno sente a sua boca invadida por um
líquido quente e salgado e não aguenta e ejacula.
Riem-se ambos. Compondo a roupa levantam-se.
Nuno agarrando na mão de Diana diz:
- Foi muito rápido. Vem até minha
casa e fazemos as coisas mais devagar e com mais à vontade. Tenho sempre medo
que aqui apareça alguém e não fico confortável.
Diana segue-o faminta e imaginando
como seria ter aquele sexo dentro dela a consumi-la de prazer.
Pelo caminho não trocaram uma única
palavra. Queriam sentir os corpos nús, o prazer sem ser no meio do mato.
A casa de Nuno era perto e sobem ao
último andar. Assim que entram Diana depara-se com uma vista maravilhosa sobre
Gaia, sobre o Porto e sobre o rio.
Havia uma varanda enorme com uma
mesa. Diana agarrou na camisola do Nuno e puxou-o com força. Beijou-o e disse:
- Quero que me beijes novamente a
cona. Quero sentir essa boca gostosa a explorar-me. Mas depois quero que me
deites num colchão e quero fazer-te vir na minha boca também.
Despem-se apressadamente e a roupa
voa para o chão.
Nuno olha pela janela e diz:
- E se alguém vir? Esta varanda é muito
exposta.
- Se vir pode gostar do que vê –
responde Diana rindo.
Deitou-se na mesa, virando e deixando
cair a cabeça ligeiramente, observando as cidades.
Abrindo as pernas, colocando os pés
em cima da mesa, lambendo os lábios disse:
- Chupa-me toda!
Nuno não se faz rogado e mergulhou a
cabeça entre as pernas de Diana. Esta contorceu-se e gemeu bem alto.
- Shiuuuuuuuuuuuu – diz Nuno, os meus
vizinhos são uns chatos e daqui a pouco chamam a polícia.
- Cala-te e chupa-me a cona. Os
vizinhos que venham foder aqui também!
Nuno voltou a sentir o calor da
vagina e esquece o barulho, absorvendo o cheiro, a humidade, sentindo o seu
sexo mais duro que nunca.
Diana empurrou-o e levantou-se.
- Onde é a tua cama?
Nuno pega-lhe na mão e leva-a para um
quarto bem escuro. Acende um candeeiro de sal e fica a observar a respiração
ofegante dela.
Diana empurra Nuno para cima do
colchão e senta-se em cima do rosto dele.
- Chupa agora e depois eu já trato de
ti.
Nuno adorava que se sentassem em cima
do seu rosto com a vagina e sente-se cada vez mais abrasado. Fervia, queria
sorvê-la toda até à alma, dar-lhe prazer, sentir que ela estava a desfrutar.
Diana mexia-se o que o deixava ainda
mais agitado. Queria comê-la toda!
Quando Diana sente que o orgasmo é
eminente, levanta-se e mandou-o deitar-se.
Chupando o pénis ainda sussurra:
- Que caralho tão bom!!!
Beijou-o para sentir o gosto de ambos
os sexos na boca e desceu até mordiscar os mamilos dele, o abdómen e mordeu também
lentamente a cabeça do pénis.
Nuno sentiu-se quase no ponto de se
perder numa ejaculação, mas Diana percebe e pára. Dá-lhe uma estalada com força
e diz:
- Controla-te! És homem ou não?
Nuno olha aborrecido, mas Diana
voltou a beijá-lo e começou a beliscar os mamilos dele. A princípio estranhou a
dor, depois começou a gostar. Mordeu-lhe o pescoço com força e agarrou nas suas
mãos. Junto à cama havia uma t-shirt no chão. Apanhou-a e atou-lhe as mãos à
cabeceira da cama.
Sentou-se em cima do pénis e disse:
- Agora és meu e vais fazer tudo
direitinho. Só te vens quando te der permissão!
- Sou teu? Que merda é esta? –
começou a sentir-se assustado.
- Agora, neste momento, quando for
embora és tu, agora obedeces
Diana sentou-se e começou a cavalgar
em cima dele. Passando as mãos e apertando as próprias mamas, ofegando, começou
a abrandar.
Roçava-se apenas, devagar, tão
devagar que o seu clitóris já escorria sobre o pénis dele. Sentia que se queria
vir, queria sentir a esporra quente na cona que tremia de prazer.
- Prepara-te que quero que te
esporres todinho! Sente a minha cona a apertar-te.
Nuno sentia, mas sentia também as
mãos de Diana à volta do seu pescoço e estava a ficar sem respirar. Diana
percebeu e aliviou a pressão. Roçando e empurrando aquele lindo caralho lá para
o fundo da sua cona, disse:
- Vem-te agora!!!!!!!!
E ambos sentiram uma explosão de
cheiros e líquidos, de tesão, loucura e prazer.
Diana levantou-se e Nuno perguntou:
- Onde vais?
- Vou para minha casa. Agora és livre
novamente.
- Voltamos a ver-nos? – questionou Nuno.
- Nunca se sabe, eu acredito no
destino. Sou voraz em sexo, não me satisfaço apenas com um homem. Não tenho relacionamentos,
tenho noites ou dias quando me apetece com quem me apetece. Talvez nos encontremos.
Talvez não! Adeus Nuno, és delicioso na cama, o teu sexo deixou-me
completamente louca.
Desatou-lhe a t-shirt, depositou um
beijo nos lábios dele, virou-se e saiu sem ruído.

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